Twitter fights

O twitter mal chegou e já dá cada bafão, né? É ringue de várias lutas. Além do Danilo Gentili,o Luciano Huck parece ser o Minotauro desse vale tudo virtual.  Olha a briga do Luciano Huck e o Homero Sales, diretor do Gugu. Luciano é legal como apresentador, mas quando para de mexer seu Caldeirão eu vou te falar, viu!

Primeiro foi esse texto pra Folha  ridículo! “Oh existe violência e agora que ela me pegou,logo eu que  sou uma pessoa tão boa, que distribuo casas e carros na TV, que tenho Ong! Temos que discutir! É, meu caro, coisas ruins acontecem a todos.

A distribuição de prêmios no twitter a polêmica com o Marcelo Tas, até que não. Ficou 1X1 mesmo. Cada um que distribui o que quiser. É difícil estabelecer o que é negócio quando o que se vende é a própria imagem e opinião. Achei a resposta do Tas a altura mesmo não vendo nada de errado na postura do Luciano. Vou falar a verdade: acho que existe uma rusguinha entre esses dois. Sei lá. Eu sinto!

Por último, a briga com o Gugu. O twitter é mais que um torpedo que você manda pro mundo, como dizia alguém que não lembro. Ele torna publico aquela comentariozinho que a gente faz sem pensar, aquele que a gente só pensa depois e sabe que pode dá merda no futuro.

Foi esse o caso do Luciano, ele devia ter falado só com a Angélica, mas não, foi pia pra todo mundo, aí o que deu! Todo mundo sabe que os quadros de reforma são formatos copiados do estrangeiro. Já o táxi não acho? O táxi a única coisa que tem em comum com do do Gugu é o dito cujo, o quadro é completamente diferente.

De qualquer jeito, lembre-se Luciano, do velho ditado: há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a oportunidade perdida, a  flecha lançada e a palavra twittada!

Volkswagen: patrocinadora da cultura nacional

Não é o garçom, não é a bebida, não é o melhor amigo, o companheiro dos brasileiros que sofrem por amor (e gravam músicas) é, definitivamente, um carro Volkswagem. Depois de “Fuscão Preto” e o croossfox, chegou a vez de  ”Kombi Branca”, porque todo mundo tem o direito de cantar, fazer clipe e bombar  no Youtube:

Vou te dar muito “caaaguiiiiiiiinho”. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Realmente, eu não sei o que acontece. Será que existe algum acordo entre a Volks e o Youtube no Brasil?

Petrobrás que nada, quem realmente patrocina a cultura nacional  é a Volks!

Eu re-vol-ta-da II: virais que dão nos nervos

Paaaaaaaaaaaaara! Para, eu não aguento mais receber aquele email assinado (não quer dizer que é)por uma psicóloga  que fala mal do Cazuza. Gente, esse e-mail deve ser um viral de 2004 quando o filme foi lançado. Já tá velho! Tudo bem que ela pediu pra divulgar, mas tá bom, não precisa ser tanto! O negócio é mais antigo que aquele vídeo da Maitê Proença! 

Como eu duvido de tudo que eu recebo pela internet, fui investigar.Pelo texto, eu logo desconfiei, nunca vi coisa tão preconceituosa e descabida, mas, tudo bem, se tem psicóloga que “cura” gay, a gente precisa investigar. Pois então, procurei no Google, a “mestre” em psicologia clínica, não possui nenhum registro no currículos latter, nem no conselho regional de psicologia. Quer dizer que é mentira? Provavelmente, porque às vezes não existe só virtualmente o conselho regional de psicologia do qual ela faz parte. Olha, eu tenho registro de jornalista, mas ele não existe virtualmente.

Cazuza+-+2004+O+Tempo+N%C3%A3o+P%C3%A1ra

Só que nesse caso, há outros indícios de mentira: não saiu em nenhum jornal, a família do Cazuza não respondeu. Adianta pedir pra não divulgar? Acho que não. Lançar um “Leave Cazuza alone” 5 anos depois, só iria piorar o problema, né? O duro é pensar que muito provavelmente alguém usou um nome falso, uma titulação falsa, pra dar lição de moral com um moralismo falso!

Semana passada, recebi um email sobre uma redação que ganhou o prêmio de Unesco. O tema era ”Como vencer a pobreza e a desigualdade”. Gente, esse tema foi de 2006/2007. Será que é porque eu moro em cidade pequena que as coisas demoram a chegar assim! E a globalização?

Ló-gi-co que fui investigar. Esse era verdade. Ah e sabe do que mais? A autora é famosa  coleguinha do Luciano Huck. É. E ninguém fala nada no e- mail. Deve ser porque redação de assistente de palco de Caldeirão ninguém ia viralizar. Pra melhorar o poder de viralização, apaga o nome da coleguinha e põe do Arnaldo Jabor. Que tal?

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A notícia é do G1 pra ninguém duvidar: A patria madrasta vil tem essa mãe gentil

Em comum com o caso Uniban

Muita gente me chama de feminista, mas não sou. Só quero a igualdade possível entre os sexos. Acredito até que o  feminismo é tão ruim quanto o machismo. Enfim, mas eu não vou falar do lado sexual da questão. Afinal, geralmente, analisamos os fatos de acordo com nossas experiências e nesse caso não me identifiquei com a mulher de vestido curto e sim com a aluna injustiçada.

Injustiça é quase sempre uma das piores coisas que podem acontecer com a gente. Agora se o ato de injustiça vem de uma instituição educadora como a universidade parece o fim do mundo! Quando somos vítimas de algo assim a vontade que dá é de desistir do mundo. Bem, eu só escrevi este post para extravasar, mas me deu uma revolta! Sabe quando sua mãe te bate por alguma coisa que o seu irmão que fez? É mais ou menos esse o sentimento. Injustiça com decepção com o acréscimo de sentimento de abandono.  

logo_uniban

E bem hoje os universitários vão fazer o Enade, o meu curso, a universidade em que eu estudei vão ser avaliados. E, sinceramente, eu não sei se torço por  um resultado positivo ! Talvez o melhor seja tocer  só pelos alunos do meu curso pra não me prejudicar. Mas isso poderia prejudicar os outros alunos que não tem nada a ver com o meu caso. Ah, são tantas as pessoas envolvidas que fica difícil lutar contra as instituições!

A propósito, só por curiosidade, fui ver no ranking do ensino superior do MEC o lugar da Uniban. Ela é uma das 25 piores que a Univale, está em 159° enquanto a Univale 154°. É … acho que não precisa da minha torcida!

Mais do que só o inglês

Pode ser só para fazer a gente falar do maior número de assuntos possíveis? Pode. Acho essa  a explicação mais plausível. Mas o fato é que os livros de inglês dos cursinhos (todos!), além do inglês, quer nos ensinar tudo. Como um grande manual para a vida.

Neles, você pode encontrar desde dicas de como encontrar sua alma gêmea, até como limpar e organizar seu local de trabalho. Sem contar os testes para saber se você realmente se ama? Você é ciumenta? Você é mais racional ou emocional? Parece a revista Cláudia ou a Capricho dependendo do nível!

Agora, legais mesmo são as dicas do teacher Arthur(dothinho de pethego  e eu também vi um tatu). Lembra?

This Time no

Achei essa música tão linda! Como demorei um pouquinho para achar a letrinha, posto ela aqui. Olha que fofa! 

Vou me limitar a isso:

 

As the winter winds litter London with lonely hearts
Oh the warmth in your eyes swept me into your arms
Was it love or fear of the cold that led us through the night?
For every kiss your beauty trumped my doubt

And my head told my heart
“Let love grow”
But my heart told my head
“This time no
This time no”

We´ll be washed and buried one day my girl
And the time we were given will be left for the world
The flesh that lived and loved will be eaten by plague
So let the memories be good for those who stay

And my head told my heart
“Let love grow”
But my heart told my head
“This time no”
Yes my heart told my head
“This time no
This time no”

Oh the shame that sent me off from the God that I once loved
Was the same that sent me into your arms
Oh and pestilence is won when you are lost and I am gone
And no hope no hope will overcome

And if your strife strikes at your sleep
Remember spring swaps snow for leaves
You´ll be happy and wholesome again
When the city clears and sun ascends

And my head told my heart
“Let love grow”
But my heart told my head
“This time no”

And my head told my heart
“Let love grow”
But my heart told my head
“This time no
This time no”

Ficando velha

A gente sabe que tá ficando velha quando conhecemos um eletrônico que os mais novos não conhecem. Percebi isso semana passada quando falei de walkman e dois coleguinhas cerca de 3 a 5 anos mais novinhos não sabiam o que era. Teve um que pensou que walkman era um radinho, esqueceu das amáveis fitinhas cassetes. Quantas eu já gravei! Era tão emocionante esperar a música passar no rádio pra gravar. Tinha gente até que ligava pra rádio e pedia a música e o locutor alertava que era pra ela gravar. Hoje realmente é muito mais fácil.

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Por outro lado, acho que não estou assim tão velhinha. Acordei hoje e assisti ” Família Dinossauro” e ” Caverna do Dragão” só faltou a xuxa descer da nave. Gente, “me senti” com 8 anos. Parece que a programação infantil nao acompanhou o ritmo dos eletrônicos ou meus programinhas de infância já viraram clássicos. Prefiro a primeira opção. A segunda seria outra prova de velhice.

Estão ligados?

13701_1Eu não sei se as coisas têm ligação, tipo efeito borboleta. Na verdade, ultimamente, tenho discutido muito sobre  isso de destino, escolhas, enfim dilemas filosóficos. Mas nem é sobre isso que eu vou falar escrever, é sobre um assunto que até já passou. Não sei que jornalista sou eu que não conto novidade.Enfim, vou falar de um livro que foi best-seller em 2000 e um filme que foi lançado em 2004 e que estão ligados pelo mesmo assunto: Bush. Eu joguei no google e não achei, pelo menos nas páginas iniciais, alguém que fizesse essa ligação.

Então, estou eu aqui. Primeiro o que me surpreendeu foi como uma história de ficção, como “A confraria”, pode ser tão premonitória: um presidente eleito para proteger os EUA de inimigos terroristas, baseado em ameaça “forjadas”do uso de armas de destruição em massa .  Qualquer semelhança não é mera coincidência. A única diferença é o país inimigo. Não dá pra contar tudo por que se não fica sem graça. Se bem que pra quem lê pós-era Bush, não se surpreende. aconfraria

Apesar de não ser jornalistico, é muito bom ler ou assistir a um filme depois que a “época” dele já passou. Tive a oportunidade de assistir  ”Fahrenheit 11 de Setembro”, agora, depois da eleição do Obama. Eu não acredito naquele Bush, pode ser que se tivesse visto em 2004, acreditaria, não sei. Só sei que por mais louco que possa parecer, achei ele engraçado. É, o Bush, não o filme. Ele tem uma cara de bobão tão engraçada. Não que aprove ele, nem guerra, nem seu governo, mas sei lá tenho uma espécie de pena.

Sabe o que é, acho que sou mais facilmente enganada pelos visivelmente imperfeitos. Sou capaz de dar uma chance a quem já cometeu várias vezes o mesmo erro e realmente esperar que a pessoa não  se repita. Mas sou incapaz de fazer o mesmo se for alguém que quer parecer nunca ter errado. Isso explica muita coisa pra mim! É interessante como Bush, Michael Moore, ”Fahrenheit 11 de Setembro” e ” A confraria” podem ter a ver com as nossas vidas, mesmo estando fora de suas ” épocas”.

Adoro Covers

Li no jornal hoje que no primeiro Cd da Susan Boyle, ela vai fazer um cover dos Rolling Stones. Eu adoro essas regravaçoes improváveis, apesar de há muito não serem nenhuma novidade. Quando a música é originalmente pra dançar e regravada fica com cara de trilha sonora para se atirar no poço eu adoro mais  ainda. As últimas, nesse estilo que eu ouvi  e mais gostei,  foram de Umbrella e de Crazy in love:

Eu que não posso ouvir essa música atravessando a ponte da Ilha. Não sobreviveria!

Dá serie ” me singing” by menino koreano. Poker Face e Boom Boom Pow, genti, são “sensacionais”!

papapapapaker face!

Yes, We créu

Eu nunca arrepiei eu nunca tinha arrepiado com uma paisagem. Mas o Rio está aí para quebrar tabus. Definitivamente, não há histórias, palavras, nada capaz de vencer a beleza da primeira imagem do filme. Amei essa luz, amei tudo. Nem a gente cansada de ver a cidade na novela da Globo deixou de se surprender com o video do Fernando Meirelles. Acho que, depois de mostrar tanta feiura no Cidade de Deus, ele se redimiu com o Rio. 

Os outros nao chegaram aos pés:

Ah… o de Madri é criativinho,vai!