Muita gente me chama de feminista, mas não sou. Só quero a igualdade possível entre os sexos. Acredito até que o feminismo é tão ruim quanto o machismo. Enfim, mas eu não vou falar do lado sexual da questão. Afinal, geralmente, analisamos os fatos de acordo com nossas experiências e nesse caso não me identifiquei com a mulher de vestido curto e sim com a aluna injustiçada.
Injustiça é quase sempre uma das piores coisas que podem acontecer com a gente. Agora se o ato de injustiça vem de uma instituição educadora como a universidade parece o fim do mundo! Quando somos vítimas de algo assim a vontade que dá é de desistir do mundo. Bem, eu só escrevi este post para extravasar, mas me deu uma revolta! Sabe quando sua mãe te bate por alguma coisa que o seu irmão que fez? É mais ou menos esse o sentimento. Injustiça com decepção com o acréscimo de sentimento de abandono.
E bem hoje os universitários vão fazer o Enade, o meu curso, a universidade em que eu estudei vão ser avaliados. E, sinceramente, eu não sei se torço por um resultado positivo ! Talvez o melhor seja tocer só pelos alunos do meu curso pra não me prejudicar. Mas isso poderia prejudicar os outros alunos que não tem nada a ver com o meu caso. Ah, são tantas as pessoas envolvidas que fica difícil lutar contra as instituições!
A propósito, só por curiosidade, fui ver no ranking do ensino superior do MEC o lugar da Uniban. Ela é uma das 25 piores que a Univale, está em 159° enquanto a Univale 154°. É … acho que não precisa da minha torcida!
Pode ser só para fazer a gente falar do maior número de assuntos possíveis? Pode. Acho essa a explicação mais plausível. Mas o fato é que os livros de inglês dos cursinhos (todos!), além do inglês, quer nos ensinar tudo. Como um grande manual para a vida.
Neles, você pode encontrar desde dicas de como encontrar sua alma gêmea, até como limpar e organizar seu local de trabalho. Sem contar os testes para saber se você realmente se ama? Você é ciumenta? Você é mais racional ou emocional? Parece a revista Cláudia ou a Capricho dependendo do nível!
Agora, legais mesmo são as dicas do teacher Arthur(dothinho de pethego e eu também vi um tatu). Lembra?
Achei essa música tão linda! Como demorei um pouquinho para achar a letrinha, posto ela aqui. Olha que fofa!
Vou me limitar a isso:
As the winter winds litter London with lonely hearts
Oh the warmth in your eyes swept me into your arms
Was it love or fear of the cold that led us through the night?
For every kiss your beauty trumped my doubt
And my head told my heart
“Let love grow”
But my heart told my head
“This time no
This time no”
We´ll be washed and buried one day my girl
And the time we were given will be left for the world
The flesh that lived and loved will be eaten by plague
So let the memories be good for those who stay
And my head told my heart
“Let love grow”
But my heart told my head
“This time no”
Yes my heart told my head
“This time no
This time no”
Oh the shame that sent me off from the God that I once loved
Was the same that sent me into your arms
Oh and pestilence is won when you are lost and I am gone
And no hope no hope will overcome
And if your strife strikes at your sleep
Remember spring swaps snow for leaves
You´ll be happy and wholesome again
When the city clears and sun ascends
And my head told my heart
“Let love grow”
But my heart told my head
“This time no”
And my head told my heart
“Let love grow”
But my heart told my head
“This time no
This time no”
A gente sabe que tá ficando velha quando conhecemos um eletrônico que os mais novos não conhecem. Percebi isso semana passada quando falei de walkman e dois coleguinhas cerca de 3 a 5 anos mais novinhos não sabiam o que era. Teve um que pensou que walkman era um radinho, esqueceu das amáveis fitinhas cassetes. Quantas eu já gravei! Era tão emocionante esperar a música passar no rádio pra gravar. Tinha gente até que ligava pra rádio e pedia a música e o locutor alertava que era pra ela gravar. Hoje realmente é muito mais fácil.
Por outro lado, acho que não estou assim tão velhinha. Acordei hoje e assisti ” Família Dinossauro” e ” Caverna do Dragão” só faltou a xuxa descer da nave. Gente, “me senti” com 8 anos. Parece que a programação infantil nao acompanhou o ritmo dos eletrônicos ou meus programinhas de infância já viraram clássicos. Prefiro a primeira opção. A segunda seria outra prova de velhice.
Eu não sei se as coisas têm ligação, tipo efeito borboleta. Na verdade, ultimamente, tenho discutido muito sobre isso de destino, escolhas, enfim dilemas filosóficos. Mas nem é sobre isso que eu vou falar escrever, é sobre um assunto que até já passou. Não sei que jornalista sou eu que não conto novidade.Enfim, vou falar de um livro que foi best-seller em 2000 e um filme que foi lançado em 2004 e que estão ligados pelo mesmo assunto: Bush. Eu joguei no google e não achei, pelo menos nas páginas iniciais, alguém que fizesse essa ligação.
Então, estou eu aqui. Primeiro o que me surpreendeu foi como uma história de ficção, como “A confraria”, pode ser tão premonitória: um presidente eleito para proteger os EUA de inimigos terroristas, baseado em ameaça “forjadas”do uso de armas de destruição em massa . Qualquer semelhança não é mera coincidência. A única diferença é o país inimigo. Não dá pra contar tudo por que se não fica sem graça. Se bem que pra quem lê pós-era Bush, não se surpreende.
Apesar de não ser jornalistico, é muito bom ler ou assistir a um filme depois que a “época” dele já passou. Tive a oportunidade de assistir ”Fahrenheit 11 de Setembro”, agora, depois da eleição do Obama. Eu não acredito naquele Bush, pode ser que se tivesse visto em 2004, acreditaria, não sei. Só sei que por mais louco que possa parecer, achei ele engraçado. É, o Bush, não o filme. Ele tem uma cara de bobão tão engraçada. Não que aprove ele, nem guerra, nem seu governo, mas sei lá tenho uma espécie de pena.
Sabe o que é, acho que sou mais facilmente enganada pelos visivelmente imperfeitos. Sou capaz de dar uma chance a quem já cometeu várias vezes o mesmo erro e realmente esperar que a pessoa não se repita. Mas sou incapaz de fazer o mesmo se for alguém que quer parecer nunca ter errado. Isso explica muita coisa pra mim! É interessante como Bush, Michael Moore, ”Fahrenheit 11 de Setembro” e ” A confraria” podem ter a ver com as nossas vidas, mesmo estando fora de suas ” épocas”.
Li no jornal hoje que no primeiro Cd da Susan Boyle, ela vai fazer um cover dos Rolling Stones. Eu adoro essas regravaçoes improváveis, apesar de há muito não serem nenhuma novidade. Quando a música é originalmente pra dançar e regravada fica com cara de trilha sonora para se atirar no poço eu adoro mais ainda. As últimas, nesse estilo que eu ouvi e mais gostei, foram de Umbrella e de Crazy in love:
Eu que não posso ouvir essa música atravessando a ponte da Ilha. Não sobreviveria!
Dá serie ” me singing” by menino koreano. Poker Face e Boom Boom Pow, genti, são “sensacionais”!
Eu nunca arrepiei eu nunca tinha arrepiado com uma paisagem. Mas o Rio está aí para quebrar tabus. Definitivamente, não há histórias, palavras, nada capaz de vencer a beleza da primeira imagem do filme. Amei essa luz, amei tudo. Nem a gente cansada de ver a cidade na novela da Globo deixou de se surprender com o video do Fernando Meirelles. Acho que, depois de mostrar tanta feiura no Cidade de Deus, ele se redimiu com o Rio.
Como eu tô dando meus primeiros steps na área de comunicação. Ontem, participei da minha primeira coletiva, como vou dizer? Do outro lado da força, devo confessar que eu pensava muito mais em pautas e perguntas pra fazer do que na apresentação do assessorado, mas isso vai mudando com o tempo. Enfim, em homenagem a mim mesma. E porque empolguei com o tal do João do Morro. Aí vai mais um….
Quem tá cantando é um tal de João do Morro que tá fazendo super sucesso no nordeste. Logo, logo, chega aqui. A música já tem vários videos no youtube. Adorey e postey:
Eu achava que era só eu que falava que era do Bob Esponja pra cá!
Minha mãe anda reclamando que eu estou pegando muito no pé dos autores da Globo. Primeiro foi a Glória Perez e agora o Manoel Carlos. Ah …mas eu não consigo, eu tenho que falar. As semelhanças entre “Viver a Vida” e ” Laços de Família” estão demais! A Luciana (Aline Moraes) é a mesma coisa da Camila (Carolina Dieckmann) que por sua vez era parecida com a Maria Eduarda (Gabriela Duarte), a mesma chatice, a mesma vontade de trocar de canal quando o personagem aparece.
Alias, as atrizes parecem ser escolhidas a dedo, né? Enfim, até o pai da Camila é o mesmo: ator e personagem! Sem contar a trama, pra quem não sabe a Luciana vai sofrer um acidente e vai ficar tetraplegica. Veio a sua mente a cena que a Camila raspa a cabeça? Claro que não! Até porque não há qualquer semelhança! Aquele esquema de escrever um personagem in-su-por-tá-vel e depois fazer a gente fica com dó dele! Bem, pelo menos pra fazer personagem assim ele tem talento demais! Eu acredito total!
Tem uma semelhança positiva: a trilha sonora. Nesse quesito não podemos reclamar. As trilhas sonoras são MAAARA! Não é a toa que são as mais vendidas! Também, enche de cena pra vender CD ! E dali tomada aérea do Rio, do Leblon de Búzios.